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Salários vão ser reajustados


O Executivo prevê no Orçamento Geral do Estado para 2017 o reajustamento salarial e a revisão do salário mínimo nacional, garantiu ontem no Parlamento o ministro das Finanças.

Archer Mangueira adiantou que o salário mínimo vai ser visto no âmbito da política retributiva que está a ser aplicada pelo Executivo. 
 
O ministro das Finanças respondeu às questões apresentadas pelos deputados da UNITA Manuel Savihemba e Fernando Heitor. Manuel Savihemba questionou o ministro das Finanças sobre a revisão do salário mínimo nacional, o reajuste dos salários e a atribuição de subsídios e incentivos de periferia e isolamento. Já Fernando Heitor questionou sobre os resultados do combate aos funcionários “fantasmas” na Função Pública. 
 
O ministro das Finanças, que falou durante o debate do Orçamento Geral do Estado na especialidade, afirmou que o Executivo reconhece a necessidade de se fazer um ajustamento salarial em função da gestão macro-económica. 
 
“Vai-se definir qual a melhor opção que se ajusta, combinando a questão do salário real com a questão do equilíbrio macroeconómico”, disse Archer Mangueira. 
O ministro das Finanças, que não revelou a percentagem do ajustamento salarial, justificou que “é um trabalho que vai ser feito por uma comissão especializada”, com a intervenção de vários sectores. 
 
Archer Mangueira afirmou que o Ministério das Finanças está preocupado com os trabalhadores “fantasmas” na função pública, informando que “foi criada uma comissão que está a trabalhar no assunto” e oportunamente vai apresentar os resultados. 
O ministro das Finanças tranquilizou os deputados e garantiu que o sector que dirige vai empenhar-se mais para que o fenómeno “funcionários fantasmas” seja ultrapassado.  
 
O secretário de Estado para Administração Pública, António Paulo, reconheceu a existência de funcionários fantasmas na função pública, mas garantiu que a taxa desses  funcionários “não é muito alta”.